quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Se mundo crescesse como a China, Terra deveria ter o dobro do tamanho para ser sustentável

Metade dos danos ambientais que o país provoca é devido ao gás carbônico. (Eugene Hoshiko/03.03.2009/AP)

Se todos os países do mundo utilizassem os recursos naturais e produzisse os resíduos no mesmo nível que a China, o planeta Terra teria que ser pelos menos duas vezes maior para que esse crescimento pudesse ser mantido. Essa é a conclusão de um relatório apresentado nesta segunda-feira (15) pela WWF, ONG (organização não governamental) que atua em favor das causas ambientais.
De acordo com o documento, apresentado pelo diretor-geral da WWF, James Leape, é "crucial" que a China enfrente problemas como as emissões de dióxido de carbono e o acelerado desenvolvimento urbano.
- Isso deve ser feito para melhorar seu bem-estar sem causar danos ao planeta.
O relatório assinala que setores como a construção e o transporte, associados ao avanço do nível de vida no país, contribuíram em grande medida para que as emissões de CO2 (gás carbônico) da China atingissem o patamar de 54% do impacto ecológico nacional.
Se mantiver esse crescimento, o país vai precisar do dobro de seu solo produtivo para satisfazer a demanda de recursos naturais e absorver suas emissões.
A renda per capita chinesa aumentou 50 vezes nas últimas três décadas, algo que foi acompanhado pela rápida industrialização, desenvolvimento urbano e intensificação da agricultura, o que aumentou a pressão sobre a natureza.
Para elaborar o relatório, a WWF contou com a colaboração do Conselho Chinês para a Cooperação Internacional em Meio Ambiente e Desenvolvimento, cujo secretário-geral, Zhu Guangyao, ressaltou em sua apresentação que "os próximos 20 anos serão vitais para que China alcance um desenvolvimento sustentável".
A China é o maior emissor mundial de gás carbônico. Apesar disso, o país defende que a luta contra a mudança climática deve partir das nações desenvolvidas, por sua responsabilidade histórica no aquecimento global.
Ainda assim, o governo chinês prometeu diminuir sua intensidade de carbono entre 40% e 45% em 2020 com relação aos níveis de 2005. Isso é interpretado pela comunidade internacional como um passo importante na defesa do meio ambiente, mas talvez não seja suficiente para sustentar o desenvolvimento chinês sustentável.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Prejuízos com desastres naturais podem triplicar até 2100

Os prejuízos globais decorrentes de desastres naturais podem triplicar até 2100, chegando a US$ 185 bilhões por ano --isso sem levar em conta os impactos pela mudança climática--, segundo relatório da ONU e do Banco Mundial.
O texto diz que a população ameaçada por terremotos e tempestades em grandes cidades pode passar de 750 milhões para 1,5 bilhão nos próximos 40 anos. Algumas medidas preventivas poderiam reduzir os danos decorrentes, afirma o estudo, citando como exemplo o sucesso de Bangladesh na construção de proteções contra ciclones.
As medidas sugeridas variam de melhorias na meteorologia até a pintura de pontes metálicas, para conter a corrosão, ou a limpeza de bueiros para evitar inundações.
"Prevenir mortes e destruição por desastres vale a pena, se for bem feito", diz o relatório de 250 páginas, preparado por 70 especialistas, sob o título: "Riscos naturais, desastres não-naturais".
Os prejuízos decorrentes dos desastres naturais, o que inclui inundações, terremotos e ondas de calor, entre outros, devem triplicar. "Há crescimento econômico [...] e mais gente e propriedades localizadas em áreas mais ricas. Quanto mais as pessoas enriquecem, mais elas têm a perder", disse por telefone Apurva Sanghi, um dos autores do estudo.
O texto diz que os prejuízos decorrentes de desastres naturais causados pelo aquecimento global poderiam acrescentar mais US$ 28 bilhões a US$ 68 bilhões à fatura. O texto não cita dados sobre outras consequências ligadas à mudança climática, como a desertificação ou a elevação do nível dos mares.
Segundo o estudo, cerca de 3,3 milhões de pessoas morreram devido a tragédias naturais nos últimos 40 anos, a maioria em países pobres.
Entre as medidas elogiadas estão a construção de locais com duplas funções, como escolas que podem ser transformadas em abrigos anticiclone em Bangladesh, ou estradas que absorvem águas das chuvas na Malásia.
Outra proposta é a de mais investimentos em "colchões ambientais", como os manguezais, capazes de proteger litorais contra tempestades e tsunamis. Florestas podem evitar deslizamentos e atenuar os efeitos das inundações, acrescenta o texto.
O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse que o relatório faz uma "defesa convincente" da necessidade de os países reduzirem sua vulnerabilidade a desastres naturais, liberando recursos para o desenvolvimento econômico.
"As notícias não são de todo sombrias. Bangladesh tem sido extremamente bem-sucedido na redução do número de mortes por ciclones", em parte graças à construção de abrigos nas últimas décadas, disse Sanghi.
Postado por Adriana Queiroz

Dez mil hectares desmatados no Pantanal rendem multas de 20 mi

Texto de Ricardo Campos Jr.

Em apenas 1 semana de fiscalização na região do Pantanal, o Ibama já embargou mais de 5 mil hectares, registrou 10 mil hectares de desmatamento e aplicou cerca de R$ 20 milhões em multa.

A operação acontece junto com as ações dos Guardiões do Pantanal em Coxim e Aquidauana. Por meio de tecnologias como imagens captadas por satélite e técnicas de geoprocessamento, os locais desmatados são mais facilmente encontrados.

“É um salto qualitativo na nossa fiscalização: esse é um instrumento valioso para o planejamento de nossas ações de fiscalização e estamos comprovando a campo os desmatamentos indicados nas imagens de satélite”, afirma Luiz Benatti, chefe da Dipam (Divisão de Proteção Ambiental do Ibama).

Os levantamentos das áreas desmatadas estão sendo feitos nas regiões que mais apresentam terra sem cobertura vegetal captadas pelo satélite do INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais).

O foco são as áreas desmatadas com maior extensão. “Mas existem áreas de todos os tamanhos e muitas de menor porte espalhadas por todo o bioma pantanal e o cerrado dentro do Estado” diz Ubirajara dos Santos Pires, coordenador do geoprocessamento dentro do Ibama MS.

O novo equipamento, segundo o Ibama, garante a eficácia da atuação da equipe no Pantanal. A área desmatada na região já chega a 7400 quilômetros quadrados, de acordo com levantamento feito pelo Ministério do Meio Ambiente por meio de monitoramento no bioma do Pantanal.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ambientalista fez ato de sacrificio pessoal em luta a favor do Pantanal

Texto de Lúcio Borges

Neste sábado (13) completa cinco anos que o ambientalista sul-mato-grossense Francisco Anselmo de Barros, o Francelmo, ficou sem vida em uma manifestação de defesa ao ecossistema do Pantanal. Onde após um ato de imolação, ateando fogo em seu corpo, ele morreu pela causa e luta em favor do Meio Ambiente.

O ato chocou o Estado e o país, como também teve repercursão internacional e resultou em outros protestos ou presão junto aos poderes constituidos e chegou ao objetivo do ato extremo do ambientalista, de barrar a instalação das usinas no Pantanal.

Amanhã, amigos e familiares estarão no local do ocorrido, no calçadão da Rua Barão do Rio Branco, para um ato em homenagem e relembrança ou anúncio do movimento e causa do que o ambientalista lutava e morreu.

Francelmo trocou sua vida pela salvação do Pantanal. Em um gesto corajoso e incompreensível, para alguns, o ambientalista ateou fogo em seu próprio corpo no dia 12 de novembro de 2005, no final da manifestação realizada no centro de Campo Grande contra a quase possível instalação de usinas de álcool em pleno Pantanal.

Para o jovem ambientalista Eduardo Romero, 30 anos, Francelmo sempre se dedicou as questões ambientais, onde motiva muita gente, dando exemplo e estimulando a luta.
“Eu mesmo sempre o admirei e via nele um espelho de dedicação, aprendi muito com ele e se hoje sou ambientalista, ele tem parcela de contribuição nisso. Deu a vida em defesa daquilo que acreditava e sempre alertou os governantes e população sobre o papel de cada um na defesa da vida", declara Romero.

Consciente do que fez
De acordo com Jorge Gonda, presidente da Associação Francisco Ancelmo para Conservação da natureza (Afacon) – antiga Fuconams – Francelmo fez o ato com consciência, o que para muitos o chamaram de louco, mas para quem o conhecia, foi um ato de exemplo de vida e difícil, que não é qualquer um que faz.

“Ele sabia o que fazia, foi o ato ‘final’ dele, um exemplo de vida, difícil de fazer o que ele fez. Não há muitos que tem a coragem e o exemplo de vida que ele deixou. Para quem o conhecia, sua vida era a defesa do Meio ambiente acima de qualquer coisa”, relata o presidente.

Gonda, relembra que ele participou da manifestação tranqüilamente e não deixou transparecer em momento algum que iria entregar sua vida para salvar o Pantanal. O ambientalista de 65 anos deixou várias cartas para amigos, familiares e à imprensa justificando seu ato e pedindo que todos continuassem seu luta.

Apesar de ter cometido o ato durante a manifestação das usinas de álcool no Pantanal, Francelmo deixou claro em suas cartas que cometeu este protesto por toda causa ambiental.

Todo o ambiente
Em sua carta à imprensa cita os transgênicos, a transposição do São Francisco, as queimadas na Amazônia e a destruição do Pantanal com a implantação da hidrovia Paraguai-Paraná, de pólos minero-siderúrgico e gás químicos.

“O espírito dele está junto de nós e queremos continuar sua luta. Ele foi um homem, corajoso, amigo, honesto, ético e morreu lutando pela vida. Agora resta para todos, além da imensa saudade, continuar sua luta”, define Gonda.

Pioneirismo
Francisco Anselmo de Barros foi fundador e presidente da Fuconams (Fundação para Conservação da Natureza de Mato Grosso do Sul), uma das primeiras entidades de defesa do meio ambiente do país, foi articulador da criação e conselheiro da A.M.E. (Associação Mato-Grossense de Ecologia), primeira entidade ambientalista do Estado de Mato Grosso, membro fundador do Conama (Conselheiro Nacional de Meio ambiente) e do CECA (Conselho Estadual de Controle Ambiental).

Em seu currículo estão ainda cargos no CMMA (Conselho Municipal de Controle Ambiental), membro da Abrajet (Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo), da ADESG (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), diretor executivo da Editora Saber Ltda, diretor executivo da Associação de Fomento e apoio às Artes e a Cultura em Geral.

Foi filiado ao Fórum Brasileiro de ONGs (FBOMS), a Associação Brasileira de ONGs e participante da Coalizão Rios Vivos, Rede Pantanal, Rede de Ongs da Mata Atlântica, Rede Aguapé de Educação Ambiental, Rede Cerrado e coordenador do Fórum de Meio Ambiente e Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e do Fórum de Defesa do Pantanal.

Serviço
O ato ocorre a partir das 9h no calçadão da Barão, quase esquina com a Rua 14 de Julho.
http://www.midiams.com.br/site/geral/?id=15506

Saiba mais no Texto de Alexandre Maciel e Yara Medeiros, com a colaboração de Allison Ishy, jornalistas de Campo Grande em http://www.ecolnews.com.br/a_vitoria_de_francelmo.htm

Postado por Adriana Queiroz

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mudança climática provoca bolhas de queimaduras em baleias, diz estudo

TEXTO DE ANDY COGHLAN DA "NEW SCIENTIST"

As baleias da Califórnia (EUA) estão começando a sofrer de um mal: bolhas de queimaduras provocadas pelos raios solares.

Pesquisadores que acompanharam os cetáceos durante três anos afirmam que a radiação ultravioleta (UV) e o dano à camada de ozônio são a causa do problema.

As baleias se queimam quando saem das águas para descansar ou para alimentar suas crias.

                                                              Crédito Foto: Diane Gendron/AP
 Imagem de baleia no golfo da Califórnia, nos Estados Unidos,
mostra bolhas de queimaduras na pele do animal

"Esta é a primeira evidência que o raio ultravioleta pode lesar a pele dos cetáceos, mas é difícil dizer qual será o impacto na saúde delas", explica Laura Martinez-Levasseur, do Instituto de Zoologia e da Universidade de Londres Queem Mary, ambos no Reino Unido.

Entre 2007 e 2009, a pesquisadora e equipe estudaram espécies diferentes de baleias, realizando autópsica da pele de 142 animais. As baleias-azuis são as que mais sofrem com a exposição solar --não foram encontrados sintomas mais graves como a presença de melanomas (câncer de pele) ou de outros tipos de doenças decorrentes do sol.

O estudo, entretanto, é posto em dúvida por alguns meteorologistas consultados pela "New Scientist". "Eu seria mais precavido sobre a correlação com o esgotamento da camada do ozônio", comenta Guus Velder da Agência Ambiental da Holanda.

A pesquisa agora parte para outra fase: Martinez-Levasseur e colegas querem descobrir se há aumento na atividade genética dos cetáceos como meio de se protegerem contra a UV.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Para 80% dos brasileiros, proteger o ambiente ajuda no crescimento da economia

Foi lançado esta semana o relatório “Cidadãos engajados!” (Citizens Engage), . A mensagem é clara: os cidadãos acreditam que as empresas precisam levar em conta a Amazônia e o meio ambiente em suas atividades.
Trata-se da quarta edição da pesquisa “Edelman goodpurpose®Study 2010″, pesquisa feita em 13 países com 7 mil consumidores. De acordo com o relatório, 71% dos consumidores em todo o mundo – 79% no Brasil – acreditam que projetos que protejam o meio ambiente podem ajudar no crescimento da economia.
Além disso, a pesquisa mostra que “Proteger o meio ambiente” foi considerada a causa número 1 sobre o que os consumidores se preocupam, seguido por “melhorar a qualidade dos cuidados de saúde”.
De acordo com o estudo, consumidores dos mercados emergentes – Brasil, China, Índia e México – estão mais propensos a comprar e promover produtos de marcas que tenham compromissos com boas causas.
Oito em cada dez consumidores no Brasil comprariam produtos de empresas consideradas responsáveis social e ambientalmente, uma porcentagem bem mais expressiva do que os consumidores da Europa (54%).
No entanto, a consciência de que empresas têm responsabilidades é alta em todo o mundo. Segundo a pesquisa, 86% dos consumidores acreditam que as empresas devem colocar o mesmo peso dos seus interesses aos interesses da sociedade.
(Fonte: Amazônia.org.br)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Cientistas discutem gases de efeito estufa em Campo Grande

O Simpósio traz à capital renomados cientistas nacionais e internacionais.

Discutir amplamente todos os processos quem envolvem a relação gases de efeito estufa X pecuária de corte, esse é objetivo do Simpósio Internacional sobre Gases de Efeito Estufa na Pecuária de Corte Brasileira (SIGEE) que acontece nos dias 17 e 18 de novembro, na Embrapa Gado de Corte, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, em Campo Grande-MS.

Com o apoio do Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras Tropicais (Unipasto), o Simpósio trará à capital sul-mato-grossense renomados cientistas nacionais e internacionais reunidos com o intuito de organizar uma agenda positiva da atividade pecuária com diretrizes para atenuar seu impacto no meio ambiente.

Para tanto, no dia 17, abertura oficial do SIGEE, no auditório Nelore da Gado de Corte, o painel “Mudanças climáticas globais e a pecuária de corte”, moderado pelo pesquisador da Embrapa Manuel Claudio Motta Macedo, terá presente os especialistas Magda Lima (Embrapa Meio Ambiente) com o “Inventário atual das emissões de GEE da pecuária brasileira, com ênfase em gado de corte“, Bruno José Rodrigues Alves (Embrapa Agrobiologia) com as “Emissões de óxido nitroso por diferentes fontes de nitrogênio em solos agrícolas” e João Luis Carvalho (CENA-USP) e a “Determinação das emissões de GEE na pecuária de corte e estratégias de mitigação”.

A seguir, o pesquisador Roberto Giolo, coordena a mesa-redonda “Sequestro de carbono e a pecuária de corte” com a participação dos também cientistas Cimélio Bayer (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS) e a “Retenção de carbono na matéria orgânica do solo”, Robert Boddey (Embrapa Agrobiologia) e o “Potencial de acúmulo de carbono e N em sistemas de ILP no Cerrado” e Ricardo Vianna (Consultor PNUD) e as “Mudanças climáticas globais, IPCC e MDL”.

Na quinta-feira, dia 18, Lucimara Chiari, doutora em biotecnologia vegetal, dirige um “Balanço de Carbono e a pecuária de corte”, com Alexandre Berndt (Embrapa Pecuária Sudeste) e a “Mensuração das emissões de gases em ruminantes em pastejo”, Jean Ometto (Instituto de Pesquisas Espaciais/INPE) e a “Mudança de uso da terra ligada à pecuária de corte”, Enrique Ortega Rodriguez (Unicamp) e o “Balanço energético e a dinâmica dos gases de efeito estufa na pecuária de pasto no Pantanal” e Luiz Gustavo Barioni (Embrapa Informática Agropecuária) e a “Modelagem matemática das emissões de GEE na pecuária”.

Logo após, o especialista da Embrapa em sistemas silvipastoris, Valdemir Laura, modera o último painel do Simpósio – “GEE e a pecuária de corte – Visão Internacional”, com os pesquisadores Judith Capper (Washington State University/EUA) e a “Produção de GEE e intensidade de produção”, P. K. Nair (Universidade da Flórida/EUA) com o “Papel dos sistemas agroflorestais e produção de carne na emissão de GEE” e Adrian Williams (Universidade de Cramfield/Reino Unido) e a “Avaliação de ciclo de vida de alimentos – O caso da carne brasileira”.

“Todos os assuntos relativos ao tema estão sendo abordados, desde a produção (Alexandre Berndt) e a modelagem de produção de metano (Luis Gustavo Barioni), passando pela forragem, pelo solo até a questão de mudança de uso de terra e a avaliação ampla da produção. A programação como um todo é um destaque”, afirma um dos coordenadores científicos do SIGEE e pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Sergio Raposo de Medeiros. Dentre os parceiros, além do CNPq e Unipasto, Raposo ressalta a colaboração dos Laboratórios Virtuais da Embrapa no Exterior (Labex).

As inscrições para o Simpósio estão abertas. Para acadêmicos o custo da inscrição está em R$ 150,00 e profissionais, R$ 300,00. Todo processo é realizado diretamente no Portal do Simpósio, http://sigee.cnpgc.embrapa.br/. O participante preenche o formulário, efetua o pagamento, por depósito bancário (Banco do Brasil/Agência 2883-5/Conta 12681-0) e envia uma cópia do comprovante para o endereço eletrônico, unipasto@unipasto.com.br, ou pelo fax (61) 3274-0784.

Postado por Elizângela Lemes

Fonte: MS Notícias